Izidorio Cavalcanti

Izidorio Cavalcanti se iniciou nas Artes Visuais de maneira autodidata em 1993. É formado em Desenho Arquitetônico pelo Liceu de Artes e Ofícios (1997) e cursou diversas disciplinas no curso de Educação Artística/Artes Visuais na Universidade Federal de Pernambuco/UFPE como aluno ouvinte.

Sua obra trafega pela Pintura, Escultura, Objetos, Vídeos, Fotografia e Performance, tendo a partir de então participado de diversas exposições e mostras no Brasil e no Exterior, dentre as quais as performances As Mais Pedidas exibida no Paradoxos Brasil – Rumos Artes Visuais do Itaú Cultural (2005), Em Busca da Linha (2006) realizada no Teatro Hermilo Borba Filho, Meu Coração Aberto (2006) apresentada na Galeria Vermelho – São Paulo/SP e que se desdobra na ação performática Sagrado Coração de Izidorio Cavalcanti (2010) realizada no SPA das Artes – Recife/PE e na Semana Experimental Urbana/SEU – Porto Alegre/RS, as Flores de Plástico não Morrem (2011), realizada durante o Festival de Inverno de Garanhuns – PE. Ainda a exposição NEGO – Branco sobre Branco no Museu Afro Brasil – São Paulo (2012), a performance 100 Papéis, Um Papel apresentada no Festival de Arte Filminho 2012 e Capela para Santo Izidorio Cavalcanti (2012) em Vila Nova de Cerveira – Portugal realizadas no Fórum Cultural de Vila Nova de Cerveira durante o Programa de Residência Artísticas da Bienal de Cerveira – Portugal.

Um elemento marcante que transparece na obra de Izidorio Cavalcanti é o desejo de se aproximar ao máximo do público, tenha esta audiência contato com a Arte ou não. O diálogo que Izidorio Cavalcanti busca em sua obra se situa na fronteira artista-obra-público e a tentativa de dissolver este território limítrofe questiona inevitavelmente as relações entre Sujeito e Objeto nas Artes Visuais no qual se utiliza da Performance.

Obras